A vida e extinção dos dinossauros à luz da Bíblia

30-04-2019 12:26
                        
 
Um dos grandes mistérios da humanidade que aceita o evolucionismo é o porquê da extinção dos dinossauros e há quanto tempo isso terá ocorrido. Muitos pensam que a existência de dinossauros e o seu desaparecimento estão envoltos em tal mistério que poderemos nunca chegar a saber a verdade sobre de onde é que eles vieram, onde viviam e o que lhes aconteceu. Contudo, os dinossauros só são um mistério para quem quer aceitar o relato evolucionista da sua história. De facto para os evolucionistas as teorias são muitas, mas antes de as analisarmos devemos enquadrar temporalmente a questão.

 

Perspetivas cronológicas evolucionistas

 
Segundo os livros seculares a primeira descoberta do que mais tarde foi chamado dinossauro foi em 1677 quando o Dr. Robert Plot encontrou ossos tão grandes que se pensou serem de um elefante gigante ou de um ser humano gigante, até lá segundo os evolucionistas nenhum humano teria visto fósseis, ossos e muito menos dinossauros vivos.
De acordo com os evolucionistas os dinossauros surgiram evolutivamente há cerca de 235 milhões de anosmuito antes do homem ter aparecido. Para eles nenhum ser humano viveu com os dinossauros. Segundo os evolucionistas os dinossauros viveram então há milhões de anos e há milhões de anos foram extintos.
Ora nós já rebatemos e demos provas que dum ponto de vista lógico tal não pode ser possível (1), mas voltaremos a elencar alguns dos factos mais marcantes e que realmente destroem racionalmente essa possibilidade.
 
1) Existem provas arqueológicas da coexistência de humanos modernos com dinossauros

Petróglifo encontrado em caverna na região do Utah, Estados Unidos. 

 
Convém referir que a palavra “dinossauro” só foi inventada em 1841 por Richard Owen, um famoso anatomista britânico. Antes disso estes grandes répteis seriam designados por dragões e existem lendas de dragões em todo o mundo. Muitas descrições de ‘dragões’ encaixam nas características de dinossauros específicos.
 

No templo chamado Angkor no Camboja (séc.X), existem decorações nas pedras com imagem similar a um dinossauro entre outros animais mamíferos como macaco, veado, búfalo e papagaios.

 
E são muitas as provas arqueológicas e históricas que demonstram como vários dinossauros terão que ter coexistido com os humanos pois estes no passado recente os representaram em gravuras, em arte e existem mesmo relatos relativamente recentes que descrevem a visualização destes animais.
 

Esta gravura de bronze foi feita há mais de 500 anos atrás e ela decora o túmulo do Bispo Bell que se encontra em Inglaterra. Os dois animais descritos são inequivocamente saurópodes, mas muito provavelmente eram conhecidos pelos locais como dragões.

 
 
Ora essas provas têm sido algumas vezes ocultadas e quando são divulgadas simplesmente são ignoradas na mídia e pelos evolucionistas, que quando confrontados com elas simplesmente as desvalorizam, mas contra factos não há argumentos.
Alguns outros exemplos:
  • Quando Alexandre o Grande (cerca de 300 A.C.) e os seus soldados marcharam até à Índia, descobriram que os Indianos adoravam grandes répteis sibilantes que mantinham em cavernas.
  • A China é conhecida pelas histórias de dragões os quais são proeminentes na porcelana chinesa, bijutaria e esculturas.
  • Petróglifos (desenhos feitos na pedra) de criaturas tipo dinossauros também têm sido encontrados em diversos locais.
Veja as fontes destes fatos em (2)
 

Por volta do ano 100 a.c., o Mosaico Nilótico de Palestrina foi criado. Nele encontram-se retratados muitos animais familiares incluindo o crocodilo, o macaco, e a tartaruga. A identificação do animal exibido no close-up em tudo se assemelha a um dinossauro.

 
Em resumo, as pessoas ao longo dos tempos, têm estado muito familiarizadas com "dragões" e criaturas semelhantes a dinossauros. As descrições destes animais encaixam com o que sabemos sobre dinossauros. 
Veja ainda nas referências (3) matérias específicas sobre este assunto e muitos mais exemplos como estes.
 
2) Células sanguíneas e tecidos moles em fósseis de dinossauros
 
Nas últimas décadas, tecidos moles e macios foram descobertos dentro de ossos de dinossauros fossilizados. Eles parecem tão frescos que os corpos aparentam ter sido enterrados apenas há alguns poucos milhares (não milhões) de anos atrás.

Uma vez que muitos pensam num fóssil como tendo o material ósseo original substituído por minerais, a presença de vasos sanguíneos reais – para não mencionar vasos sanguíneos flexíveis, glóbulos vermelhos e proteínas dentro do osso – é bastante extraordinária. Esses achados também apresentam um dilema. Dado o fato de que materiais orgânicos, como vasos sanguíneos e células sanguíneas apodrecem, e as taxas em que certas proteínas se deterioram, como esses tecidos moles foram preservados por dez mil anos? E o que dizer de 65 milhões ou mais de anos?
É claro que os evolucionistas se apressaram a inventar muitas teorias para tentar explicar, mas além de serem totalmente desprovidas de sentido, nenhuma é satisfatória e comprovável na prática, assim como é evidente a única explicação plausível para o facto é que os dinossauros viveram muito mais recentemente do que eles acreditam. 

 

E quanto à Bíblia? Ela menciona dinossauros?

 
A Bíblia menciona tais criaturas, até mesmo aqueles que viviam no mar e voavam no ar. Existe um registo enorme de outras evidências históricas que comprovam que tais criaturas viveram próximo das pessoas, isso nos leva ao fato 3:
 
3) A Bíblia menciona dinossauros
Se a nossa tese estiver correta é evidente que a Bíblia como dos mais antigos registos históricos escritos da humanidade teria que fazer referência a estes animais. E faz, por exemplo a palavra hebraica correntemente traduzida para ‘dragão’ na versão “King James” (hebraico:tan, tannin, tannim, tannoth) aparece no Antigo Testamento cerca de 30 vezes. Existem passagens na Bíblia sobre ‘dragões’ que viveram em terra: “engoliu-me [Nabucodonosor] como um dragão” (Jeremias 51:34), “os dragões selvagens” (Mal. 1:3). Muitos criacionistas bíblicos acreditam que em muitos contextos, estas poderiam referir-se ao que agora chamamos dinossauros.
A Bíblia no livro de Jó (que analisaremos mais adiante), também descreve animais que só podem ser o que hoje chamamos de dinossauros, tais como o Beemoth e o Leviatã, provando que estes animais obviamente eram contemporâneos dos escritores, mas também aqui a comunidade científica evolucionista se mantém em silêncio apoiada por traduções recentes da Bíblia que tentam transformar estes animais em atuais animais vulgares, mas que pela sua descrição jamais o poderão ser. Na Bíblia, há ainda a referência a uma serpente voadora: as “áspides voadoras” (Isaías 30:6). Isto poderia referir-se a um dos Pterodáctilos, que são populares como dinossauros voadores.

Pterodáctilo, um réptil voador

 
É então para nós evidente que os hoje chamados dinossauros tiveram de ter vivido bem mais recentemente do que os evolucionistas reclamam e além do mais tiveram de ter coexistido com o homem. É claro que existe um dogma cientifico evolucionista que é mantido por forças ocultas que por todas as formas nega as evidências e manipula a opinião pública de forma a que a verdade não venha ao de cima, afinal, se viesse, o sistema de controlo das elites colapsaria pela base.

 

A extinção

 
Dito isto importa então investigar o que pode ter causado a extinção dos dinossauros e quando tal sucedeu.
 
O Dilúvio
Seguindo a cronologia Bíblica aproximadamente há cerca de 4500 anos houve um dilúvio global que terá originado uma extinção em massa de todos os animais terrestres à exceção dos que entraram com Noé na Arca. E segundo a Bíblia entraram um casal de animais cada um segundo a sua espécie, sem exceções, logo também terão entrado representantes das espécies hoje classificadas como “dinossauros”.
 
Como é que os dinossauros couberam na arca?
Muitas pessoas pensam que os dinossauros são criaturas enormes que nunca caberiam na Arca. Mas o tamanho médio de um dinossauro (baseado nos esqueletos encontrados por toda a Terra) é cerca do tamanho de uma ovelha.Mesmo os maiores dinossauros eram muito pequenos quando nasciam. Lembrem-se que os animais que saíram do barco serviam para repovoar a Terra. Portanto, seria quase essencial levar para a Arca os jovens adultos que em breve estariam no início da sua vida reprodutiva.
Alguns argumentam que as 600 ou mais espécies de dinossauros não poderiam caber na Arca. Mas Génesis 6:20 declara que espécies representativas de animais terrestres embarcaram na Arca. 
A questão então é, o que é uma ‘espécie’ ? 
Os criacionistas bíblicos explicaram que podem haver muitas sub-espécies derivadas de uma ‘espécie’. Por exemplo, existem muitos tipos de felinos no mundo, mas provavelmente todas as ‘espécies’ de felinos descenderam originalmente de apenas algumas poucas ‘espécies’. Além do mais devemos lembrar também, que a Arca de Noé era extremamente grande e muito capaz de transportar o número de animais que eram necessários, incluindo dinossauros.
Sendo assim deduzimos que apesar de quase todos os dinossauros terem morrido consequência do dilúvio existiriam na arca espécimes que permitiriam a repovoação destes animais (apesar de como veremos em condições muito diferentes das anteriores).

 

Então o que realmente poderá ter acontecido?

O livro de Jó. Por que Jó é tão interessante para os pesquisadores da Criação?
 
É muito provável que o livro de Jó seja o livro mais antigo da Bíblia, embora mais tarde Moisés também tenha recebido a incumbência de escrever sobre os primeiros acontecimentos dos primórdios da humanidade. No livro de Jó encontramos uma história que remonta aos primeiros séculos depois do dilúvio. Em virtude das consequências do dilúvio, da confusão das línguas e da deriva continental (que situamos nessa altura), essa foi uma época muito agitada para o planeta. O Livro de Jó nos transmite uma forte impressão dela.
 
Que aspeto tinha a terra na época de Jó?
As imagens usadas nos discursos de Jó e seus amigos permitem concluir que havia um meio ambiente agitado e assolado por catástrofes. “...Como o monte que se esboroa e se desfaz, e a rocha que se remove do seu lugar, como as aguas gastam as pedras e as cheias arrebatam o pó da terra”. Aqui se descreve o processo da erosão. Hoje ele transcorre de maneira tão lenta que uma pessoa não o perceberia a partir de sua observação. Na época de Jó a terra ainda se encontrava em grande convulsão, e por essa altura é provável que se tenha dado a deriva continental ou que ainda existissem movimentos bruscos das placas tectónicas: “Ele é quem remove os montes, sem que saibam que Ele na sua ira os transtorna; quem move a terra para fora do seu lugar, cujas colunas estremecem; "(9:5-6).

Em Gênesis 1:9 é relatada a criação da "porção seca" de terra. O relato diz que era apenas uma porção de terra, no singular, ou seja existia apenas um supercontinente ao qual chamamos hoje de Pangeia. O evento que deu "início" ao afastamento dos continentes foi certamente o dilúvio, pois o "rompimento" das fontes subterrâneas, terremotos e eventos geológicos que ocorreram foram suficientes para dar início à separação dos continentes. Veja no final vídeo que demonstra esta teoria das hidroplacas.

 
 
No livro de Jó fala-se mais sobre neve, geada, gelo e frio do que em todos os demais livros da Bíblia. Embora a Glaciação da Era Glacial não tivesse chegado até o Oriente Próximo, isso poderia ser uma indicação de que Jó tinha conhecimento dela: “...como um ribeiro, como a torrente que transborda no vale, turvada com o gelo e com a neve que nela se esconde, torrente que no tempo do calor seca, emudece e desaparece do seu lugar” (6:15-17). A secura e o calor desfazem as aguas da neve” (24:19).
Vários versículos também permitem deduzir a ocorrência de chuvas torrenciais e inundações destruidoras: “Se retém as águas elas secam; se as larga devastam a terra”(12:15).
 
Jó ainda chegou a conhecer os dinossauros?
Como já referido acima um ponto alto do livro de Jó é a descrição de dois animais enormes, feita pelo próprio Deus:  O Beemote e o Leviatã, sendo que as características citadas fazem pensar em dinossauros. Em todo caso, elas não se aplicam a nenhum animal vivente hoje. 
O espinossauro é para alguns criacionistas uma boa hipótese para o monstro Leviatã referido em Jó
 
 

Porque os dinossauros se extinguiram?

O que nos parece mediante tudo o exposto é que o mundo pós-dilúvo foi inicialmente um mundo em convulsão e em que as catástrofes se sucediam fruto de uma adaptação do planeta a uma nova realidade física. Esse período terá sido um enorme teste para todas as criaturas e nem todas terão sobrevivido, sendo que com certeza os grandes répteis foram dos mais prejudicados.
Os evolucionistas afirmam que terá sido a queda de um meteorito que terá causado a total extinção dos dinossauros, mas pelo acima descrito e também porque outros répteis de estrutura semelhante (crocodilos e dragões de Komodo) sobreviveram, tal torna-se muito improvável. Claro que localmente a queda de um meteorito pode ter causado uma extinção em massa de diversas espécies, mas não uma global.

 Extinção local provocada por queda de meteorito é possível, mas não global

 
Claro que no meio de muitas teorias e muitos fenómenos catastróficos é evidente que o mundo se tornou hostil aos dinossauros. A ação predatória do homem ao que restava destes animais também deve ter sido muito grande e isso fez com que progressivamente estes animais desaparecessem.
 
Quando os dinossauros se extinguiram?
De acordo com uma teoria evolucionista (modelo cambriano-permiano) os sáurios (não só os dinossauros, mas também os pterossauros, ictiossauros, plesiossauros) estavam adaptados ao habitat dos “mares rasos” . Com o rebaixamento dos leitos oceânicos no curso da deriva continental, esses biotopos desapareceram.
Os achados fósseis comprovam que os dinossauros se extinguiram no final do Cretáceo. O Cretáceo recebeu esse nome em virtude do fino calcário branco que se formou em camadas espessas nesse período. Quem visita a ilha de Rugen, no mar Báltico pode admirar uma imensa paisagem de penhascos de “rochas calcárias”.

Penhasco calcário na ilha de Rugen- Alemanha

 
Ela foi formada por biliões de esqueletos calcários de minúsculas algas que flutuavam na água. Essas algas existem ainda hoje em todos os mares, onde constituem o nível mais baixo da cadeia alimentar. As algas precisam de luz para realizar a fotossíntese e para crescer, por isso só são encontradas nas camadas superiores de água onde ainda há bastante luz.
Embora essas algas existam ainda hoje em grande quantidade, não ocorre mais a formação de calcário. Elas submergem depois de mortas e se dissolvem em camadas de águas mais profundas. Daí concluí-se que os mares nos quais as camadas cretáceas profundas puderam se formar eram muito mais rasos que os atuais. Elas eram um habitat perfeito não só para as algas, mas provavelmente também para os sáurios.
No final do Cretáceo esses mares rasos peculiares desapareceram da face da Terra. Nisso os geólogos concordam. Discordâncias existem somente quanto à datação desse acontecimento. Segundo o esquema moderno dos “períodos geológicos” evolucioniista, isso deve ter ocorrido há 65 milhões de anos. Mas os modelos da Geologia baseados na Bíblia  situam os acontecimentos do Cretáceo nos primeiros séculos após o dilúvio. 

 Eras da geologia diluviana

 
Isso significaria que as pessoas daquela época ainda conheceram os dinossauros e explica todos os factos 
vistos acima e que são convenientemente ignorados pelos evolucionistas.
Sendo assim você que leu este artigo pode decidir em quem acreditar, mas fique bem ciente que aqui ninguém muda a sua teoria recorrentemente ou omite e ignora os fatos incómodos.

 

Nota final

Embora os dinossauros sejam fascinantes, alguns leitores podem dizer: “Porque se dá tanta importância aos dinossauros? Certamente existem muitas outras questões importantes com que lidar no mundo atual como o: aborto, as famílias desfeitas, o racismo, a promiscuidade, a desonestidade, o suicídio, o desregramento, a pornografia e por aí fora. De facto, devíamos falar às pessoas acerca do Evangelho de Jesus Cristo e não nos preocuparmos com questões laterais como os dinossauros!”
Mas, na verdade, as filosofias evolucionistas que se espalham na sociedade têm uma grande importância pois são a razão porque muitas pessoas se recusam a ouvir o Evangelho e portanto, o motivo porque abundam hoje os problemas sociais acima mencionados.
 
"...e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós,"

1 Pedro 3:15
 

Referências e Fontes

 
(1) Dinossauros – Caiu a máscara (act.)

 http://www.nunes3373.com/news/dinossauros-caiu-a-mascara/
 
(2) O Que Realmente Aconteceu aos Dinossauros?
https://answersingenesis.org/pt/respostas/o-que-realmente-aconteceu-aos-dinossauros/
 
(3) Evidências históricas da coexistência entre humanos e dinossauros
https://darwinismo.wordpress.com/2015/07/22/evidencias-historicas-da-coexistencia-entre-humanos-e-dinossauros/
Existem evidências históricas da coexistência entre humanos e dinossauros?
 https://www.raciociniocristao.com.br/2015/10/dinossauros-humanos-viveram-juntos/
 
 
Fontes
 
Tecido Mole de Dinossauro - Evidência de uma Terra jovem? - Parte I
 https://coelhoprecambriano.blogspot.com/2018/02/tecido-mole-de-dinossauro-evidencia-de.html
 
A descoberta da deriva continental
https://onzedegenesis.blogspot.com/2017/07/a-descoberta-da-deriva-continental.html

 

Livro CRIAÇÃO-Criacionismo Bíblico de Alexander vom Stein