O DNA e a antiguidade do homem na terra (act.)

19-05-2014 11:58

                                            

Voltando hoje aos artigos de cariz científico abordo uma recente descoberta que tem causado grandes interrogações e embaraços à comunidade evolucionista.
Hoje falaremos do homem e do seu DNA, e foi uma recente reportagem (1) sobre uma descoberta feita em Espanha que me levou a escrever este artigo. Uma vez que está em Inglês faço aqui a sua tradução adaptada do tradutor do google, com comentários pessoais intercalares a negrito :colorido

 

O DNA humano não pode ser tão antigo como se pensa

Trabalhando no famoso lugar arqueológico na Espanha chamado Sima de los Huesos ou " Pit of Bones ", pesquisadores desenterraram um esqueleto humano que estimaram em cerca de 400.000 anos atrás e foram bem sucedidos na extração de ADN a partir do esqueleto.

 

Não encontrei em nenhuma reportagem que li sobre o assunto qual foi o método utilizado para datar os ossos, sendo assim suponho que foi recorrendo ao método indireto de datar segundo o estrato geológico onde o esqueleto foi encontrado, ou seja pela; “coluna geológica” que é totalmente enganoso(2).

 

Quando correram o DNA, eles esperavam que os resultados mostrassem que o esqueleto enterrado fosse de um Neanderthal. No entanto, eles foram surpreendidos quando os resultados revelaram que a pessoa no túmulo pertencia ao grupo dos chamados primeiros seres humanos de nome Denisovanos .

Kenneth Kidd , Professor de Genética da Escola de Medicina da Universidade de Yale , disse que este esqueleto provavelmente antecedeu a maioria dos neandertais:

" Isso implica que temos que assumir a partir da sequência genética que este é um ramo da nossa família que remonta ainda mais longe. "

 

Este professor de genética ficou confuso pois tudo que ele suponha, afinal não era verdade...

Como não era um Neandertal, tiveram de inventar outro nome para este esqueleto...

 

Kidd continua a dizer que é possível que os neandertais tivessem eliminado os Denisovanos e de os terem impedido de se tornarem os seres humanos predominantes da época. Ele passou a dizer que esta poderia ser a razão pela qual sabemos tão pouco sobre os Denisovanos.

 

Assumir que a teoria da evolução está errada em toda a sua fundação não é opção, ele simplesmente atira uma outra teoria da sua cabeça para explicar o que não entende.

 

Theodore Schurr, Professor de Antropologia da Universidade da Pensilvânia,disse que os novos resultados de DNA estão mudando o campo da antropologia humana :

 

" Isso também é importante porque é o DNA proveniente dos restos mais antigos humanos . É interessante comparar os esqueletos e a genética, porque as histórias não podem igualar-se."

 

Pois é, a teoria da evolução e o registo fóssil não são compatíveis...
Provavelmente o leitor está confuso com o que lê, não se preocupe, é normal, veja como também os mais famosos peritos evolucionistas o estão...
 

Análise:

O interessante e inesperado nesta pesquisa de DNA retirado de fémur de 400.000 anos encontrado em Sima de los Huesos, Atapuerca, na Espanha, é a relação desse hominídeo e os chamados denisovanos que, sabe-se, viveram muito mais recentemente na Sibéria (3).

Pela teoria, os ancestrais europeus deveriam ser mais proximamente geneticamente relacionados com os neandertais do que com os denisovanos. Foi isso que deixou os pesquisadores “confundidos”. Chris Stringer disse não é o que eu esperaria [encontrar].Svante Pääbo, um dos maiores especialistas nesta área, disse “Isso realmente levanta mais perguntas do que respostas.” Digno de nota é a sugestão no artigo de como explicar a evidência que contraria o esperado pela teoria, “pesquisadores interessados na evolução humana estão se esforçando para explicar o elo surpreendente, e todo mundo parece ter suas ideias.

O que a maior parte da Nomenclatura científica e os ateus evolucionistas querem é esperança, mas diante das evidências, os especialistas ofereceram somente perplexidade:

Clive Finlayson,
arqueólogo do Museu de Gibraltar Museum, considera o mais recente artigo como sendo “moderado e renovador”. Ele disse que as muitas ideias sobre evolução humana têm sido derivadas de amostras limitadas de fósseis e de ideias preconcebidas. Neste caso, ele afirmou “A genética, para mim, não mente”.

Até Pääbo, um dos maiores especialistas nesta área, admite que ficou surpreso com a última descoberta de sua equipa: “A minha esperança, é claro, é que eventualmente nós não tragamos confusão, mas clareza para este mundo”.

Outras publicações próximas à comunidade evolucionista também mostraram terem sido surpreendidas com a descoberta:

National Geographic reportou que isso “embaralha” o quadro da origem humana.

Live Science reportou sobre um “braço misterioso da humanidade.”

Science Now traz Pääbo dizendo que eles pensavam que este genoma seria encontrado na China e não na Europa. Outro paleoantropólogo disse “Isso é muito mais complexo do que nós pensávamos.” Vários “especialistas” propõem “cenários” para responder esse enigma, “O que o DNA de denisovano está fazendo em um proto-neandertal a 7.500 kilômetros da Sibéria?”

A BBC até brincou: da Sibéria para a Ibéria?

O artigo deixou alguns pesquisadores bem frustrados, pois os autores “não chegaram a nenhuma conclusão... Isso não é um grande avanço, deixando todas as hipóteses no ar, resmungou Emiliano Bruner, do Centro Nacional Espanhol de Pesquisa para Evolução Humana em Burgos.

Ian Tattersal disse, curiosamente: “Tudo o que eu posso dizer é que isso fica cada vez muito mais misterioso.
 
Pois é, os evolucionistas estão cada vez mais confusos e não têm respostas para dar, a não ser fazer suposições que tornam a sua teoria cada vez mais impossível e confusa.
Na verdade de cada vez que surge uma nova descoberta do que eles chamam "homem primitivo", as contradições e incoerências da teoria se tornam maiores.

 

E ainda quanto ao DNA:

Quantas vezes você ouve sobre casos de crimes em que o DNA está degradado demais para ser útil depois de apenas 15-20 anos? Se o DNA pode degradar tanto em apenas algumas dezenas de anos, como é suposto que possa permanecer preservado enterrado no chão por 400.000 anos? 
O corpo no solo está sujeito à água e contaminação biológica a partir de bactérias, vermes e qualquer outra coisa que poderia ter rastreado através do corpo. Por muito boas que fossem as condições de preservação, do solo seria impossível retirar amostras válidas de DNA com 400.000 anos.
Na verdade, segundo a ciência atual também aceite pela comunidade evolucionista, a meia vida do DNA é de apenas 521 anos (4).
 
Além disso, os cientistas não têm nenhuma maneira definitiva de provar a idade do esqueleto. Sua idade é puramente baseada nos pressupostos da idade evolutiva de milhões de anos. Eles então acreditam em milhões pois eles veem milhões de anos em tudo o que fazem, mesmo que não exista tal coisa como milhões de anos e quando confrontados com as evidências não sabem o que dizer, mostrando-se muito confusos.
 
Mais importante, nós temos um livro milenar que testemunha a existência de Adão e Eva e esse testemunho coloca a sua existência a um pouco mais de 6.000 anos atrás. Nós não temos nenhuma testemunha escrita para os milhões de anos de história fictícia que os evolucionistas nos contam. Isso também conta para o quão pouco os cientistas sabem sobre os seres humanos a quem eles chamam Denisovanos, que eram nada mais do que um grupo étnico que se separou de outros seres humanos após a Torre de Babel.
É também mais fácil explicar a possível preservação de DNA a partir de apenas 3.000 a 4.000 anos , em oposição a 400.000 anos. Os fatos que encontramos no uso correto da ciência são muito mais facilmente explicados quando começamos a ter em conta a testemunha escrita de Deus, de Sua criação do mundo, o universo, a vida e a humanidade como encontrado em Génesis 1 e 2 .
 
Aliás, O DNA MITOCONDRIAL prova exatamente isso:
 
EVA MITOCONDRIAL” MÃE DE TODOS OS SERES HUMANOS TERIA VIVIDO HÁ 6000 ANOS
http://creationsciencenews.wordpress.com/2010/09/15/%E2%80%9Ceva-mitocondrial%E2%80%9D-mae-de-todos-os-seres-humanos-teria-vivido-ha-6000-anos/
 
Rochas , fósseis e dinossauros
É interessante notar que absolutamente nenhumas formas transicionais foram encontradas no registo fóssil . A maioria dos fósseis parece muito semelhante ao seu homólogo vivo. É como se eles tivessem sido criados ontem.
O registo fóssil enfaticamente não fornece suporte para a evolução, mas em vez disso aponta para a criação - não muito tempo atrás, e por um designer tal qual lemos nas Escrituras.

 Só não vê quem não quer...

Eu neste site já falei muito sobre estes assuntos e tenho vários artigos onde exponho o meu ponto de vista não querendo me repetir, seja como for é bom que se medite em como todos os dias existem descobertas que colocam toda a crença evolucionista em xeque e ainda assim muitos ainda se querem acreditar neste conto de fadas.
Fico triste de ver tantas mentes desperdiçarem as suas capacidades apenas porque querem acreditar em ideias evolucionistas pré-concebidas não admitindo a existência de um Criador e um Design Inteligente.
Os que rejeitam o Criador por não quererem mudar os seus vícios de vida, irão rejeitá-lo até ao fim, mas os que realmente desejam a verdade podem acreditar que atualmente a ciência é a nossa maior aliada e em nada se opõe ao criacionismo.
Um abraço.
"E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou."
Gênesis 1:27

Referências:

(1) Oldest Human DNA Can’t Be As Old As They Think

http://creationrevolution.com/oldest-human-dna-cant-old-think/#09TW34V4bbZAUBu6.99

(2) Coluna Geológica: Interpretação Errada a Partir da Base

http://www.universocriacionista.com.br/content/blogcategory/13/33/

(3) Hominídeo de Denisova

(4) DNA has a 521-year half-life

http://www.nature.com/news/dna-has-a-521-year-half-life-1.11555

 

Fontes:

Cientistas estão perdidos quando se fala em evolução humana

http://www.cienciaefe.net/2013/12/cientistas-estao-perdidos-quando-se.html